Polícia diz que taxista executado transportava habitualmente membros da facção, e descarta latrocínio

O taxista Anderson Martins do Nascimento, de 29 anos, executado na madrugada do último sábado (15), tinha envolvimento com facções criminosas. “Esta é a novidade do momento sobre o caso. A polícia descartou a versão de latrocínio (roubo seguido de morte)”, relator o porta-voz Pedro Paulo. Detalhes sobre a nova linha de investigação não foram dadas. Os investigadores teriam informações seguras de que Anderson Martins “dava fluxo”, ou seja, facilitava o deslocamento de criminosos ligados a facções no Acre. Não se sabe exatamente qual o acordo entra o taxista com os passageiros, tampouco a qual facção ele servia.

O veículo foi localizado por outros taxistas a 500 metros do local do crime, na Rua Santa Terezinha, Bairro João Paulo II, nas proximidades da sede campestre do Sinteac. A investigação, neste sentido, conclui que não havia intenção dos bandidos de roubar. Nascimento foi encontrado morto com as mãos amarradas, atingido por cinco disparos que atingiram o rosto, braços e tórax. à imprensa local, o comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Giovane Galvão, disse que o crime tem indícios de execução.