Estelionatário acreano com suposta empresa em SP faz nova vítima: Veja detalhes do golpe

Por Willamis França

Guarde a fisionomia desse cidadão, não feche negócio e mantenha distância dele. É acreano. Se apresenta nas redes sociais como empresário do ramo de atacado e varejo de roupas e acessórios. Estaria estabelecido no Brás (SP), e já fez pelo menos cinco vítimas em Rio Branco.

A última vítima no Acre um pequeno comerciante que buscou ajuda do jornalista Willamis França após ser enganado pelas mentiras de Luiz Josenir Melo da Silva Júnior.

O homem transferiu o dinheiro na conta pessoal do estelionatário, com a promessa de receber a remessa de confecções em alguns dias. Durante mais de um m~es a sócia da empresa só teve aborrecimentos ao cobrar a mercadoria. Os comerciantes se viram obrigados a denunciar o falsário na polícia. Júnior se apropriou de dinheiro de outras pessoas Brasil afora. O mesmo golpe vem sendo aplicado há anos.

O jornalista havia denunciado Josenir Júnior no início deste ano (leia abaixo o texto da época).

 

Segundo vídeos enviado a este jornalista, duas pessoas resolveram gravar, por livre e espontânea vontade, relatos do golpe que sofreram por Josenir Melo Júnior. Um jovem identificado por Apólo, que reside no estado do Acre, fez um dos vídeos denunciando o estelionatário. Afirma ter depositado R$ 3.780 para o acusado em janeiro de 2019, e até então as camisa nunca chegaram, ficando ele assim no prejuízo.

A senhora Cláudia do Nascimento Silva, que reside em Ipixuna no Amazonas, foi outra vítima do estelionatário. No vídeo enviado a este jornalista, ela alega ter sido enganada em R$ 5.688,40, por Josenir Junior, e segundo ela, foi bloqueada no WhatsApp e Facebook após ter cobrado inúmeras vezes pelo material pago.

Além dos vídeos, diversos comprovantes de depósitos na conta de Josenir Junior foram enviados para ser exposto nesta matéria. Estima-se que seus golpes ultrapassem os R$ 100 mil somente no Estado do Acre.

Mais abaixo, veja os print´s das conversas de Josenir com a sócia do comerciante que fez os depósitos. Marta, cansada de ser enrolada, sugere que o criminoso devolva o dinheiro, mas é envolvida em outra série de mentiras.