Editorial: Umarb tem ato politiqueiro, presidente candidato e ataque leviano contra prefeita

De uma hora para outra apareceu a UMARB – União municipal das Associações de Moradores de Rio Branco – que realizou um tímido movimento em frente à prefeitura de Rio Branco, estes alegando que suas reivindicações eram para buscar informações acerca da operação verão, em curso nos mais diversos bairros da capital.

Tem muita politicagem nesse jogo. Vai além da luta pela melhoria da cidade  – e isso é nítido na seletividade das batalhas a serem travadas por arte de alguns dirigentes da instituição.

Alguns presidentes de bairros sabem da real situação em que a prefeita Socorro Neri assumiu a prefeitura: cidade estava praticamente toda esburacada e quem é realimente comprometido com o movimento sabe dos esforços realizados para viabilizar recursos e garantir uma das maiores operações já realizadas.

Há um grupo liderado pelo presidente e pré-candidato a vereador Oséias Silva. Alegam que não viram trabalho de infraestrutura durante o verão e cobram transparência no calendário e cronograma de ações desempenhadas.
A reivindicação é claramente politiqueira e de má fé, haja vista que a prefeitura divulga diariamente no site e redes sociais o cronograma de serviços, com ruas e bairros contemplados.
O curioso disso tudo é que ainda não se viu uma ação do movimento comunitário em relação à cobranças da execução do Programa Ruas do Povo, que tem a responsabilidade do DEPASA, e que, por se encontrar paralisado, a nobre UMARB quer debitar essa responsabilidade na conta da prefeita Socorro Neri.

Sem falar nas questões de violência urbana, no aumento das faturas de Energia; essas estão maltratando a sociedade.

Onde está o movimento social mesmo?

A prefeita realizou inúmeras audiências nas regionais, debatendo o cronograma e absorvendo opinião de moradores e lideranças.

Porque a UMARB não se fazia presente?

Durante a execução das principais obras da operação verão, espalhadas pelos quatro cantos da cidade, não se viu a UMARB acompanhando, dialogando com moradores, perguntando sobre a qualidade dos serviços.

Esta cobrança repentina soa como politicagem barata e sem credibilidade.

Sejamos razoáveis.

Prudência, senhores !