Diretora da SEE é criticada por suposta perseguição a professor que colaborou em plano de governo

Denise, diretora de Ensino

Cerca de 80 servidores da Secretaria de Educação do Acre (SEE) assinaram uma nota de apoio ao professor Manoel de Jesus da Costa Souza, que respondia até 15 dias atrás pelo Departamento de Educação Básica. Jesus foi exonerado em 20 de setembro, a pedido, para assumir o cargo de professor aprovado no último concurso. Ele foi colaborador no plano de governo de Gladson Cameli.

O trabalho realizado por ele é elogiado pela grande maioria e a diretora de Ensino da SEE, Denise Santos, assegurou que não haveria mudanças no Ensino e que Manoel de Jesus seria reconduzido ao cargo e contaria inclusive, com todos os seus assessores pedagógicos que já estavam devidamente lotados.

Porém isso não aconteceu e para aumentar a insatisfação os assessores diretos da coordenação, também aprovados no concurso,  foram obrigados a cumprir uma jornada de trabalho na sala de aula e outra na própria secretaria.

A diretora de Ensino, Denise Santos, faz questão de manter sob o seu comando um numeroso grupo de funcionários notadamente ligados ao Partido dos Trabalhadores. Seriam aproximadamente 10 somente no seu gabinete, inclusive Márcia Stella Galvão, cunhada do secretário, que é professora e ganha R$ 11.4 mil como professora (sem função gratificada ou cargo comissionado) dando expediente na administração. Até a chefe de gabinete de Mauro Sérgio era a mesma do ex-secretário, Marco Brandão até pouco tempo atrás. Esses servidores fizeram campanha abertamente para o deputado Daniel Zen e ao então candidato Marcus Alexandre.

Causa desconforto aos funcionários, ainda, a permanência quase diária da professora Ana Luce Galvão Moreira nos gabinetes da SEE. Ela é esposa do secretário Mauro Sérgio e foi contemplada com a maior função gratificada do estado e tem salário mensal de R$ 10,3 mil.

Luce, esposa do secretário e presidente da Umdime

Luce é presidente da Umdime, entidade federal que congrega dirigentes municipais da educação. A professora tem trânsito livre na pasta comandada pelo marido, e tem uma filha como diretora na Escola de Música Acreana, vinculada à SEE. A sua nomeada se deu a partir de uma empresa terceirizada para evitar denúncia de nepotismo.

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