AC: a estranha história da mulher que tomou Rivotril, foi pra casa de Uber, acordou com sangramento na vagina e não lembra de nada

Uma colaboradora do PSL disse à polícia que tomou uma capsula do ansiolítico Rivotril (Clonazepam) antes de “apagar” por cerca de seis horas. A medicação lhe foi dada ainda na sede do partido por um colega de trabalho (também colaborador ) após a mulher afirmar que estava com dores de cabeça. Num Boletim de ocorrência, ela diz que acordou em casa, sentindo “ardência ao fazer xixi e um leve sangramento” em suas partes íntimas.

O rapaz que prestou ajuda à mulher é investigado por suposto abuso sexual. Na versão contada na polícia, a suposta vítima afirma que o rapaz lhe perguntou “de forma irônica” se ela tinha costume de tomar qualquer medicamento que lhe dessem. Em seguida, conta ela, começou a ficar sonolenta. A mulher aguarda resultado do exame de conjunção carnal.

A partir daí, veja o que aconteceu com a funcionária, segundo relatos dela própria na delegacia de polícia;

1 – Acordou em casa, seis horas após, por volta de 17 horas. Sentiu falta de dinheiro e do celular, que estavam em sua bolsa. 

2 – Ficou extremamente assustada, sem lembrar do que ocorreu

3 – Percebeu leve sangramento na vagina e ardência ao fazer xixi;

4 – Chamou uma amiga, que a levou na sede do partido, onde procurou e não achou os seus pertences;

5 – Foi levada ao Pronto Socorro, pois não estava se sentindo bem. No hospital, chamou um amigo de trabalho que, por sua vez, lhe passou o contato do rapaz que lhe ofereceu a medicação.

6 – O rapaz afirmou que a moça, antes de apagar, pediu para chamar um Uber, e passou o endereço de sua casa. 

7 – A funcionária insiste que não lembra de absolutamente nada.  

Em nota, o presidente do PSL, Pedro Valério, diz que, “se aconteceu algo anormal foi fora do partido”. O dirigente afirma que a moça e o rapaz não irão mais frequentar o prédio. O partido emitirá nota ainda hoje.