O acjornal estava certo: policial penal que matou esposa foi transferido indevidamente e juíza manda recolher imediatamente à FOC

A juíza Luana Campos, titular do Tribunal do Júri da Comarca de Riuo Branco, determinou há pouco que o diretor do Presídio Francisco D ´Oliveira Conde recolha o policial penal Quenisson Silva de Souza àquela unidade, de onde jamais poderia ter saído desde a última quarta-feira. A ordem judicial deve ser cumprida imediatamente.

O policial penal está no Hosmac, para onde jamais poderia ter sido transferido. “O preso está submetido a custódia judicial, não podendo a unidade prisional se transmudar em magistrado e determinar o local onde o preso pode ser melhor atendido”, escreve a juíza em seu despacho.

Amigos de farda e setores da Segurança Pública argumentaram que o suspeito estava abalado demais e precisava de medicações fortes, a fim de se acalmar. Porém, nem esta informação chegou á juíza do caso.

Quenisson deve ser recolhido na FOC, juntamente com os demais presos que possuem a sua qualidade de agentes públicos. O policial penal é formado em Educação Física. Uma manobra de algumas autoridades

A decretação da prisão preventiva foi da juíza Andréia Brito, logo após a audiência da Custódia, na quarta-passada. De lá pra cá, Quenisson foi transferido a um batalhão ambiental e ao presídio Antônio Amaro e ao Hospital de Sanidade mental, em menos de 24 horas, com autorização da Polícia Militar e sem comunicação prévia ao Judiciário.

O comandante da PM chegou a acusar o acjornal por fake NeWs, mas foi desmentido (veja AQUI).