Votação da LDO será nesta tarde; poderes pressionam e governistas explicam a impossibilidade de aumentar repasse

REDAÇÃO

O Ministério Público, o Tribunal de Contas e a Defensoria Pública mandaram emissários para tentar convencer os deputados por aumentos em seus repasses. O clima que antecede a votação da Lei de Diretrizes Orçamentarias é de correria e reuniões em sequência entre deputados e representantes dos poderes. O governador Gladson Cameli determinou que a base aliada explica a dificuldade de governar com R$ 100 milhões a menos em relação à LDO aprovada para o exercício que está se encerrando. Os defensores são mais incisivos. Hoje, o repasse é de 0,9%. Há 20 dias, ininterruptos, os defensores abordam os parlamentares, nos corredores, implorando um reajuste mínimo, que possa chegar ao menos a 2%.

A missão de acalmar os ânimos e não gerar expectativas por aumentos é do chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade, e de outros assessores de confiança do governador. O presidente da Aleac, Nicolau Júnior, acompanha pessoalmente as negociações, principalmente no âmbito das Comissão de orçamento.

A sessão extraordinária para aprovar a LDO foi convocada para às 14 horas.

Pela manhã, houve uma sessão solene, em comemorações aos 120 anos do Estado do Acre.

A LDO prevê investimentos totais na ordem de R$ 5,9 bilhões – portanto R$ 100 milhões menos em relação a 2019.

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