Promessa de campanha: Sinteac pede policiamento armado nas escolas e condena discurso evasivo do governo

REDAÇÃO

O Sinteac providências imediatas para proteção das escolas que tem sido alvo fácil para os criminosos. Gladson Cameli e Major Rocha são cobrados pelas promessas de campanha que até o momento não saíram do papel. O alerta, feito pelo sindicato, coincide com uma ameaça de invasão à Escola de Ensino Fundamental Edilson Façanha, no Calafate. 

Uma aluna relatou ter visto um homem armado rondando o pátio da escola. Pais de alunos deram um alerta desesperado nas redes sociais. Coordenadores e o diretor da escola confirmam a ocorrência, mas evitam comentar abertamente temendo haver pânico. Muros e fachadas foram pichados com inscrições “B13”. A polícia investiga em silêncio. O sindicato pediu providências em oficio encaminhado à PM, Polícia Civil, Casa Civil e Ministério Público. 

“Já houve assassinatos de jovens em sala de aula e muitas outras violências. São várias ameaças de invasão nas escolas. Exigimos que o senhor governador e coloque policiamento nas escolas. Os profissionais estão aterrorizados e ficando abalados emocionalmente”, declarou a presidente da entidade, Rosana Nascimento, que foi informada sobre ocorrência semelhante na Escola João Aguiar.

“Os pais não se sentem mais seguros em casa e, agora, muito menos os seus filhos na escola. A escola deixou de ser um lugar seguro. Senhores governadores Gladson e Rocha, em campanha seus discursos foram em cima da segurança. Disseram que o problema tinha solução. Cade?”, questiona a sindicalista.

“Os assassinatos ocorrem praticamente todos os dias. Estão deixando de matar quem usa tornozeleira, e agora são pais de famílias, trabalhadores, jovens estudantes os alvos principais. Deixem de se preocupar em demolir prédios e trocar nome de repartições públicas. Vocês precisam focar no que tem resultado para o povo. Vamos deixar de discursos evasivos. A eleição já acabou. Vamos deixar de olhar no retrovisor e resolver os problemas mais graves deste estado”, afirmou Rosana. A educação e os educadores exigem policiamento armado na escola. Tanto para inibir neste momento a invasão quanto para dar proteção á comunidade escolar”, concluiu.

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