Justiça decide que Sinteac é único representante dos professores; Sinproacre leva vida clandestina

REDAÇÃO

A Justiça do Trabalho não reconhece a legitimidade do Sinproacre, entidade que leva vida clandestina e cobra indevidamente contribuições dos professores do Acre. Somente o Sinteac tem a prerrogativa de representar educadores em todos os níveis, além dos funcionários de escola e pessoal de apoio lotados nas prefeituras e no estado. Para os desembargadores do TRT, a entidade liderada na surdina pela professora Alcilene Gurgel invade as prerrogativas do Sinteac e nasceu por meios ilegais.

A decisão judicial foi pauta de uma coletiva à imprensa, na manhã desta quinta-feira, em que a professora Rosana Nascimento esclareceu ponto a ponto a sentença emitida pelo TRT em razão de um mandado de segurança. A entidade cujo registro só foi possível por meio de nota técnica, passa a ser alvo de uma segunda ação, também movida pelo Sinteac: desta vez pedindo que a justiça determine o fechamento das portas do Sinproacre em definitivo.

“Na verdade, são duas entidades que questionamos há algum tempo. Agora, por meio desta sentença, informamos aos trabalhadores que em nenhum momento o Sinteac foi dividido em dois, portando não há razão para a divisão de tarefas. Ora, somente existe uma categoria, que também não pode ser fracionada. Em mais de meio século em nenhum instante os próprios trabalhadores foram consultados sobre serem representados por outra entidade sindical”, declarou Rosana. 

 

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