Aúdio do presidente do PSL condiciona apoio político a “espaço” no governo Cameli: “o que vamos receber de volta?”

REDAÇÃO

Um áudio obtido pela reportagem polemiza ainda mais a possível aliança entre o PSL com o governo do estado. O presidente do PSL no Acre, Pedro Valério, diz:

“Se o Gladson disser que quer apoio do PSL, chamamos Ulisses e Bocalom para discutir. Ah, o senhor quer o nosso apoio? Tá. O que o partido vai receber de volta?  Qual o espaço o partido terá no governo? Ah vai ter esse espaço, tal, tal, tal……”

Bocalom diz que Pedro Valério está a serviço do coronel Ulisses. Para o professor de Matemática,  Ulisses também já se acertou com o Major Rocha, vice-governador. A declaração coincide com a provável aliança entre PSL e o governo. O convite foi formalizado pelo palácio Rio Branco nesta quarta-feira. ” O negócio do Pedro Valério é a negociata. Eu não quero isso. Ele quer negociata e cargos. Eu estou fora. Isso é velha política. Não aceito. Se o governo nos quer como apoiadores, as coisas devem ser feitas com responsabilidade, transparência e decência”, disse Bocalom.

O outro lado

“Nós queremos uma aliança programática. Uma secretaria não serve. Nós queremos opinar inclusive na estratégia de governo. Nós podemos emplacar o plano de governo do Ulisses como uma contribuição nossa. Se não tem ninguém interesse sou eu no PSL. Jamais pedi cargo a alguém. Se o PSl for, tem que ir como aliado . Quando eu falo espaço, é para sugerir, ter direito de opinião. O Ulisses é oficial de carreira, não precisa de cargos no governo, a não que fosse secretário de Segurança”, declarou. “O Bocalom está tentando me medir com a régua dele. A máscara dele caiu, definitivamente”, concluiu. 

 

 

Mais Notícias
Carregue mais
%d blogueiros gostam disto: