Tião Viana deu cargo comissionado a operador do PRB que sacou meio milhão horas antes da eleição de Manoel Marcus e Doutora Juliana

REDAÇÃO

O governador Tião Viana deve se explicar, na Polícia federal, sobre a nomeação do servidor Tyson de Souza Maciel, ocorrida dias antes das eleições gerais de outubro. Tyson foi preso nesta terça-feira, sob a acusação de ser o operador do esquema que desviou recursos do fundo partidário para a campanha do presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, Manoel Marcus, e da deputada estadual Doutora Juliana Rodrigues.

A deputada e o vereador, eleito deputado federal, estão presos também. O governador deve comparecer ao meio-dia desta terça, no gabinete do delegado que preside o inquérito quer deu orígem à Operação Santinhos.

Tyson de Sousa Maciel, de acordo com a Polícia Federal, sacou R$ 500 mil das contas do PRB e repassou o dinheiro ao vereador e á deputada. A PF confirmou a informação baseada na quabra de siligos bancários e telefônico dos envolvidos.

Tião Viana foi intimado logo após as prisões, em seu escritório, na Avenida Brasil. Os secretários de Pequenos Negócios e de Saúde, Rui Arruda, receberam as mesmas intimações em seus gabinete. O operador do PRB que teria agido para ampliar a corrupção eleitoral nas últimas eleições foi nomeado cargo comissionado na Secretaria de Pequenos Negócios sessenta dias antes das eleições.

Uma notícia equivocada por setores da imprensa dizia que o deputado Ney Amorim, presidente da Aleac, também havia sido intimado. A PF desmentiu esta informação.

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