Nova fase da Operação Ícaros pode prender vereador no interior do Acre

REDAÇÃO

Um vereador do município de Capixaba pode ser preso preventivamente nas próximas horas. Ele é acusado de receber propinas que, somadas, chegariam a R$ 18 mil. O dinheiro foi repassado por empresas fornecedoras da saúde no município e usado para custear uma cirurgias de sua esposa, segundo apurou a Polícia Federal, na gestão do prefeito afastado José Augusto (PP).

O parlamentar não teve o nome divulgado, mas seria alvo da terceira fase da Operação Ícaros, a mesma que prendeu o prefeito do Quinari, André Maia, o secretário de Obras e o presidente da Comissão de Licitação. Os federais investigam o envolvimento de mais pessoas num esquema criminoso que alcançou, inclusive, uma renomada operadora de plano de saúde e a própria Santa Casa de Misericórdia. O desvio, segundo uma fonte da Polícia Federal, pode superar R$ 5 milhões.

O vereador em questão seria muito próximo do prefeito afastado e estaria revoltado por ter falhado na missão de eleger a esposa e outros apadrinhados no gestão do novo prefeito, Antônio Cordeiro.

Um criminalista consultado pela reportagem disse que o político corre o risco de ampliar a sua folha policial: ele é suspeito de incentivar o assassinato, em outubro passado, do membro de uma facção criminosa que estava preso na Delegacia de Capixaba. Havendo condenação, o vereador estaria fora da disputa eleitoral de 2020.

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