Ney Amorim recebe maior honraria do TCE: grato por sempre ajudar os mais necessitados 

REDAÇÃO

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), deputado Ney Amorim, foi um dos oito agraciados com a Medalha Excelso, do Tribunal de Contas do Estado do Acre, o TCE-AC, em sessão especial na sede do tribunal, na manhã desta sexta-feira, 23.

A Medalha Excelso é a mais alta honraria concedida a pessoas que contribuíram de forma muito significativa com os trabalhos do Tribunal de Contas. Ney Amorim foi o primeiro homenageado a falar e optou por um discurso de gratidão e apreço pela Corte de Contas estadual, para uma plateia de procuradores, conselheiros, técnicos dos tribunais de Conta e de Justiça, além de autoridades governamentais.

Ney lembrou da condição de ter sido o parlamentar mais jovem entre todos e, do seu comprometimento com o ser humano, principalmente, os mais necessitados.

“Minha busca sempre foi por ajudar o maior número de pessoas possível. E onde eu não poderia ajudar eu não atrapalharia. Foi assim que eu exerci o poder”, afirmou o presidente da Aleac.

Ney Amorim enalteceu o Tribunal de Contas como instituição fundamental, sobretudo, no auxílio e na orientação das câmaras de vereadores e prefeituras, dos 22 municípios acreanos.

“A minha gratidão a todos os conselheiros, em especial, ao presidente desta Corte, Valmir Ribeiro, pela honraria ora me concedida, ao lado do meu filho, Juninho Amorim”. Junior representou os demais membros da família do deputado: outros dois filhos e a esposa.

“Sou muito agradecido por todos os conselheiros e honrado pela homenagem”, concluiu o parlamentar.

Além de Ney Amorim, foram agraciados com a Medalha Excelso, a presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Acre, desembargadora Denis Bonfim, o desembargador vice-presidente e corregedor do Tribunal de Justiça, Francisco Djalma Batista, a prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, o ex-comandante da Polícia Militar, coronel Julio César, o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, Edilson de Souza Silva, o procurador do Ministério Público, Oswaldo D’Albuquerque Neto, e o governador Tião Viana.

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