Ouça gravação que confirma crime eleitoral no Iteracre. Secretário preso vai para cela “especial”

REDAÇÃO

Até por volta das 15:45h desta sexta-feira, o diretor presidente do Iteracre, Glenilson Figueiredo, cumpria as exigências legais (exame de corpo de delito no IML) antes de ser encaminhado a uma carceragem pública. Novos presos só podem entrar no presídio até às 18 horas. Ele foi preso com outros sete servidores do Iteracre sob a acusação de comandar um esquema de desvio de recursos públicos em favor de sua candidatura a deputado estadual nas eleições de 7 de outubro. Glenilson é formado em Sociologia e Filosofia com Pós-graduação em Filosofia Política. Glenilson deve ir para uma cela na UP4, a “Papudinha”, onde estão custodiados detentos que não pagaram pensões alimentícias, outros que cometeram crimes investidos em cargos públicos e outros considerados menos perigosos.

Nas inúmeras gravações interceptadas pela Polícia Federal, há provas robustas de uso indevido da máquina pública em favor da candidatura de Glenilson. Uma das gravações (ouça abaixo) mostra o diálogo de um cabo eleitoral encarregado de efetuar pagamentos a eleitores. O candidato comemora.

 

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