Acreanos expulsam petistas do poder. Léo de Brito, Angelim, Sibá Machado, Jorge Viana e César Messias dão adeus

REDAÇÃO

Quando o dirigente petista Césário Braga juntava as bandeiras, numa região central da cidade, ainda era dia. Os eleitores exerciam seu dever cívico e os locais de votação estavam abarrotados. A intenção do dirigente era arrumar outro cenário, a Praça da Revolução, para comemorar a ida do seu candidato, Marcus Alexandre, para um provável segundo turno. Provável! Não se sabe qual informação segura ele tinha. Vingou mesmo uma expectativa frustrada nas eleições majoritárias e na proporcional, especialmente na corrida para a Câmara Federal.

Abertas as urnas, viu-se um verdadeiro banho de votos sobre os petistas até então cotados para serem eleitos, segundo projeções feitas nas redes sociais diariamente. César Messias, apontado como articulador dos melhores, não renovou o mandato. Léo de Brito também não, apesar do forte esquema dentro da Secretaria de Educação. Sibá Machado, idem, confirmando uma rejeição homérica entre populares em todos os municípios. O ex-prefeito Raimundo Angelim tentava respirar, sendo apontado um dos poucos petistas carismáticos. Mas não conseguiu a reeleição também. Toda esta frustração se somou à derrota previsível dos majoritários Marcus Alexandre, Ney Amorim e Jorge Viana – este último desde cedo citado pela grande imprensa como o grande derrotado no Acre.

Até por volta de 21:50 horas a Frente Popular não havia comentado o resultado das eleições.

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