Porta voz do governo elogia Ibope, que apontou a derrota do PT e do seu senador predileto

REDAÇÃO

O jornalista Leonildo Rosas, porta voz do governador Tião Viana, enfim, rendeu comentários elogiosos ao Ibope. O fez algumas horas antes de o instituto lacrar a derrota, em cadeia, de toda a chapa majoritária do PT no Acre. Disse ser o instituto detentor de credibilidade nacional e respeito. Pois bem. Escreveu a homenagem pessoal num post amargurado, em que elenca uma série de pesquisas eleitorais registradas às prévias de serem publicadas. Jogou pedra em meio mundo, desacreditando as empresas que caíram em campo para aferir intenções de voto ao governo e ao senado. Republicou postagens inventadas por seus vassalos da Secom, acusando ter havido compra de pesquisa.

Levantou suspeitas sobre os preços cobrados pelos pesquisadores. Bateu a valer na Agência Delta. Apedrejou o dono do instituto. Sacaneou o Data Control. Cuspiu dejetos contra quem acredita terem sido sérios os números conhecidos ao longo da semana. Fez campanha sórdida para, premeditadamente, confundir. Bem típico de quem não tem apego, tampouco devoção, ao que chamamos de decência. Só o Ibope escapou da ira com que o “voluntarioso” assessor costuma tratar seus oponentes.

Falou demais. Até marcou blogueiros, como se pedisse um “help” para dar ressonância aos impropérios que vomitou. Foi preterido até pelos sanguessugas da Cia de Selva, este câncer prestes a ser extirpado do nosso convívio – não antes abrirem a caixa preta da multimilionária rubrica da Comunicação Social nas últimas duas décadas.Estão todos em acelerado processo de distúrbio gastro-intestinal, dada a inevitável prestação de contas que se aproxima. Quebrastes a cara, Léo. Deves estar envergonhado, se é que vergonha lhe pertence.

Foi uma sequência de chicoteadas em menos de 80 horas. Só deu PT na pêia. E as acusações levianas de que o senador Gladson Cameli teria comprado pesquisas? Bom. Quanto a isso, a oposição decidiu relevar, por não haver tempo a gastar com imbecilidades de boquirrotos que em nada contribuem para o crescimento do estado, para incluir excluídos e justificar o salário de marajá.

Só resta tempo para manter e melhorar os indicadores trazidos pelo Ibope. Ainda bem que são números autênticos, reconhecidos por quem tem autoridade para falar em nome do governo.

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