Partido Novo realiza ato pro Amoedo em Rio Branco

REDAÇÃO

Filiados ao Partido NOVO e voluntários realizaram um ato nessa sexta, 7 de setembro, na estrada Dias Martins, entrada da Chácara Ipê. A ideia da iniciativa, chamada de “Novo na Rua”, é levar às pessoas informações de que já existe uma alternativa para presidência no nome de João Amoêdo e também uma política diferente dos partidos tradicionais, onde os filiados do NOVO são cidadãos que em quase sua totalidade não possuem participação prévia no poder, em que não há “caciques” e onde o dinheiro público não é utilizado para fins de promoção.

“O que observamos neste ato é que os cidadãos rio branquenses estão ávidos por mudanças reais, algo novo mas NOVO de verdade. Percebemos que precisamos nos expor e mostrar as ideias do Partido NOVO, entendemos que somente dessa forma o jeito político atual de gastos do dinheiro do contribuinte será mudado, para então o Acre ser mudado”, avalia o professor e economista Wesley de Brito, um dos voluntários na iniciativa e filiado ao partido.

Candidaturas em Rio Branco

Rio Branco deverá ter candidatos a vereador e prefeito pelo NOVO em 2020, tão logo seja viabilizada a fundação do diretório. O partido NOVO tem em seu estatuto o princípio de que somente pessoas qualificadas devem ocupar cargos púbicos, inclusive os eletivos. Sendo assim, um processo seletivo interno é utilizado pelo NOVO pois acreditam que seja a melhor maneira de filtrar quem está apto para exercer um cargo de gestão pública e quem não está.

Dinheiro público não é brincadeira e o NOVO não o utiliza

Uma outra característica que diferencia o partido NOVO entre os 35 que existem é o de não usar o fundo partidário para se manter, e muito menos em campanhas eleitorais. Assim, todas as despesas da sigla são pagas por meio de contribuições dos próprios filiados, sem uso de dinheiro público.

Segundo o estatuto do partido, um dos principais pilares de ação é a redução do peso do Estado sobre o bolso e a vida dos acreanos, sendo assim concentrando seus esforços nas atividades apenas essenciais (saúde, educação básica, infraestrutura e segurança), por considerar que os indivíduos são capazes de gerir melhor as outras áreas do que o estado.

 

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