Elo com publicitária presa manda para cadeia os diretores Geral e Financeiro da Assembléia Legislativa do Acre

REDAÇÃO

A Polícia Federal decidiu não comentar as duas prisões efetuadas na Operação “Hora Certa”, desmembramento de uma primeira investida que mandou para a cadeia a publicitária Charlene Lima, o sargento PM Ed Aguiar, a advogada Tatiana Campo, a candidata a deputada estadual Andréia Púpio e outras duas pessoas, na semana passada. Nesta segunda-feira, foram preso preventivamente, por ordem do juiz federal Herley da Luz, dois alto servidores da Assembléia Legislativa do Acre: Francisco Auricélio (diretor Financeiro) e Adalcimar Nunes (servidor de carreira com cargo em comissão para a Diretoria Geral da Aleac).

Os presos são suspeitos pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e fraudes em licitação, obstrução de justiça e de ocultarem provas dos desvios no contrato de publicidade. Os federais apuraram que um dos envolvidos está licenciado, e o outro, em férias. Entretanto, no mesmo dia da deflagração da operação Hefesto, na quinta-feira, foram até a ALEAC, em horário fora do expediente, de onde saíram levando volumes e mochilas da repartição pública, com, possivelmente, documentos. Na sexta, o juiz determinou busca e apressão na Aleac. Computadores foram lacrados.

O presidente da Aleac, Ney Amorim, defende a investigação da PF. Para o deputado, aqueles que, ao final da investigação, forem considerados culpados, serão punidos. Ney pediu que a Procuradoria Jurídica da Casa acompanhe as operações Hefesto e Hora Certa, a fim de manter a mesa diretora atualizada sobre o andamento das investigações. O juiz Herley da Luz adiantou que não há políticos envolvidos.

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